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O custo da falta de gestão de saúde: absenteísmo e presenteísmo

Cuidar da saúde dos colaboradores não gera apenas bem-estar e aumento da qualidade de vida.

Por estar diretamente ligada à produtividade em qualquer organização, uma estratégia para a melhoria da saúde dos colaboradores rende uma infinidade de benefícios.

A competição no mundo dos negócios pode gerar uma carga crescente de atividades que oferecem riscos à saúde mental e física das pessoas. Como resultado, temos o aumento do número de eventos críticos ligados a saúde mental, absenteísmo, presenteísmo e doenças crônicas.

Consequências da falta de gestão de saúde

O custo para tratar as pessoas que sofrem com doenças crônicas e outras enfermidades é preocupante e aumenta cada vez mais. Ainda mais desanimador é que muitas, senão a maioria dessas condições médicas poderiam ser evitadas com mudanças comportamentais – são as nossas pequenas escolhas diárias que levam a essas consequências. Para a empresa, há impactos claros:

  1. O custo do plano de saúde oferecido aos funcionários aumenta devido ao crescente número de consultas, atendimentos em pronto socorro, exames, cirurgias, etc. O número e os custos com sinistros aumentam, jogando para cima o índice de sinistralidade, fator importante de precificação nos contratos com os planos de saúde corporativos. Como a inflação dos serviços médicos (VCMH) costuma se manter acima da inflação média, os custos com saúde crescem de forma ainda mais expressiva;

  2. O aumento de casos de absenteísmo e presenteísmo, bem como a evolução de doenças mentais. Consequentemente, há queda na produtividade dos colaboradores.

Absenteísmo x presenteísmo

Faltas frequentes, longos períodos de afastamento e queda de produtividade são problemas que preocupam os gestores de Recursos Humanos e estão diretamente ligados a dois indicadores: o absenteísmo e presenteísmo.

Absenteísmo é o nome que se dá à ausência física do trabalhador no ambiente de trabalho, seja por faltas ou atrasos. Pode ser causado por diversos motivos, como doenças, problemas pessoais, doenças na família, dificuldade de transporte, desmotivação, entre outros. O presenteísmo, por sua vez, consiste na ausência mental do trabalhador, devido a um mal-estar físico ou emocional, problemas pessoais ou com o próprio local de trabalho, o que faz com que a produtividade, o rendimento, a motivação e a satisfação caiam exponencialmente.

Custos gerados

A saúde precária e seu impacto negativo sobre a capacidade produtiva das pessoas são elos importantes no aumento da carga de custos sobre os negócios, bem como sobre a indústria e os governos.

Os custos com saúde consomem $576 bilhões de dólares americanos por ano somente na economia dos EUA, de acordo com dados do Integrated Benefits Institute. Cerca de 39% corresponde à perda de produtividade devido a faltas e ao presenteísmo, o que corresponde a $225 bilhões de dólares.

No Brasil os dados não são menos alarmantes. De acordo com um estudo feito com as 500 maiores empresas do país, considerando o ranking da EXAME, o absenteísmo, juntamente com outras falhas operacionais, faz as empresas brasileiras perderem R$ 230 milhões por ano.

Qual é o mais grave?

O custo do presenteísmo é maior no resultado final das empresas do que o do absenteísmo, de acordo com a Dra. Olivia Sackett, cientista de dados da Virgin Pulse, empresa de gestão de saúde organizacional norte-americana.

Quando ela analisou grandes volumes de dados, os resultados foram impressionantes: “Nossos dados mostram que os funcionários faltaram, em média, cerca de quatro dias por motivo de doença por ano. Mas quando eles relataram o número de dias que realmente perderam no trabalho, esse número subiu vertiginosamente para 57,5 dias por ano por funcionário! Esse número corresponde a quase 12 semanas de trabalho – ou um quarto de um ano inteiro – que as empresas pagam para funcionários que estão presentes em corpo, mas não em mente.

Outro estudo, também realizado nos Estados Unidos, analisou as dez condições de saúde mais comuns associadas ao presenteísmo em trabalhadores de empresas americanas e os seus custos e concluiu que esse caso representa custos mais elevados com assistência médica que o absenteísmo, sendo responsável por 18 a 60% de todos os custos com despesas médicas.

No gráfico abaixo, pode-se perceber os custos relacionados à saúde dentro de uma população de 58 mil trabalhadores. A pesquisa foi realizada pelo norte-americano Ronald Loeppke, presidente da U. S. Preventive Medicine, em seu artigo "O valor da saúde e o poder da prevenção".

Vale a pena investir em visibilidade e prevenção

O investimento em saúde preventiva e em gerenciamento profissional dos custos totais com a saúde corporativa viabilizam maior produtividade das equipes.

Investimentos estratégicos em saúde também fornecem às empresas maior visibilidade da situação real dos funcionários. Assim fica mais fácil prever e mitigar problemas de saúde, reduzindo custos.

Novas soluções em gestão de saúde corporativa estão surgindo. Soluções integradas de tecnologia, usando algoritmos preditivos e inteligência artificial já reduzem riscos de desenvolvimento de doenças por meio do diagnóstico do perfil dos colaboradores e da implementação de ações de prevenção.

A iTech Care oferece soluções com expertise em tecnologia de dados para melhorar a gestão de saúde de empresas. Quer conhecer mais? Preencha o formulário abaixo e receba novas informações sobre gestão de saúde corporativa.


Fontes:

Hospital São Bernardo | Research gate - The value of health and the power of prevention | Bee Corp | ISMA Brasil | Taqe | Mundo RH | Virgin Pulse

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