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Hiperutilizadores: como resolver esse problema?

Em uma empresa, é comum que uma parte dos colaboradores pratique atividade física regularmente e tenha bons hábitos alimentares, o que aumenta dia após dia a qualidade de vida e diminui as chances de adoecimento.

Essas pessoas, por consequência, acabam utilizando menos os serviços do plano de saúde e geram menos custos relacionados à gestão de saúde corporativa.


No entanto, essa parcela ainda é baixa.




Por outro lado, o comportamento do brasileiro, quando se fala em cuidados de saúde, se mantém focado na doença. A prevenção não é tratada como prioridade. Muitas pessoas se acostumam a fazer vários exames e consultas, muitas sem necessidade ou que poderiam ser facilmente evitadas. Isso é característica de um fenômeno bem conhecido pela área médica.


Em muitos casos, 20% dos colaboradores são responsáveis por 80% das despesas com saúde. Seja qual for a proporção na sua empresa, invariavelmente uma pequena parcela das pessoas responde por uma grande parte dos custos.


O que são hiperutilizadores?


De uma forma geral, pode-se definir hiperutilizadores como pessoas que utilizam serviços de saúde com uma frequência muito acima da média. Essa parcela da população contribui diretamente para o congestionamento dos sistemas de saúde.


Esse grupo é responsável por uma alta ocupação do tempo disponível dos médicos e dos serviços de saúde, gerando aumento de reajustes dos planos de saúde e, consequentemente, dos custos de gestão de saúde nas empresas que oferecem esse benefício aos seus colaboradores. Os hiperutilizadores costumam fazer um grande número exames que, muitas vezes, nem são recolhidos pelo solicitante.


A utilização exagerada pode ser fruto de uma falta de conhecimento do próprio paciente sobre a sustentabilidade do benefício do plano de saúde. Além disso, alguma doença crônica ou evento que necessite de internação de longa permanência pode gerar uma frequência elevada de idas à unidade de saúde, o que gera um impacto econômico significativo.


Embora os hiperutilizadores se apresentem como um grupo heterogêneo, algumas características comuns como a idade avançada, o gênero feminino e as classes social, educacional ou econômica mais baixas têm sido identificadas. Este conjunto de indivíduos pode apresentar prevalência de doença crônica, física ou psiquiátrica, bem como problemas emocionais.


Com inteligência médica, é possível identificar precocemente esses problemas. Ao identificá-los, é possível orientar a implementação de ações, minimizar o agravamento dos quadros, os custos associados aos hiperutilizadores e os riscos financeiros para a empresa que fornece o plano. Para saber como a iTech Care pode te ajudar a identificá-los, entre em contato aqui.


Principais causas


Muitas vezes, a motivação para as consultas médicas é influenciada pela alta prevalência de condições crônicas e multimorbidade, idade avançada, sofrimento psíquico, como também os problemas associados aos contextos sociais e familiares, o que comprova as causas primárias da hiperutilização do sistema de saúde.


A unidade de saúde pode ser o único local que a pessoa enxerga como recurso de ajuda. Muitas vezes, o que falta é apenas o direcionamento correto.


Acompanhamento e direcionamento são essenciais


Quanto o tema é gestão de saúde, acompanhar e direcionar de perto os casos de utilização que fogem à média de uso e que geram alto custo é o primeiro passo. A atenção não deve estar somente nesse grupo, mas também em situações em que o uso do plano de saúde demonstra um comportamento de desperdício.


Todas as medidas para a prevenção de doenças ajudam a evitar que um paciente se torne um hiperutilizador, principalmente a gestão de crônicos e de gestantes, que são dois grandes grupos de risco para a hiperutilização dos planos. As operadoras também podem investir em conteúdo para a manutenção de uma rotina saudável de alimentação, exercícios físicos e a conscientização sobre não fumar para evitar complicações que geram eventos de alto custo.


A solução está nos dados


A iTech Care consegue avaliar o perfil de utilização de cada indivíduo através da integração de dados e inteligência médica para que sejam feitas intervenções personalizadas que objetivam direcionar o paciente para tratamentos com melhor custo-benefício e desfechos clínicos favoráveis.


Muitas vezes, o indivíduo se sente perdido na rede do plano, sem saber qual especialista poderá resolver sua questão ou mesmo como proceder após um diagnóstico ou tratamento sem sucesso. Para estas situações, um time médico pode acolher e orientar o paciente sobre a doença, direcionar para profissionais especializados ou até negociar diretamente com os prestadores que estão conduzindo o tratamento.


Este é um trabalho com excelente retorno financeiro realizado pelo time médico da iTech Care. Nosso objetivo é atender com excelência a expectativa de cada um dos nossos clientes e cumprir o compromisso de otimização financeira e redução de custos, mantendo a abrangência e a qualidade dos serviços de saúde prestados aos colaboradores.


Fonte: Ordem dos Médicos | BVS - Biblioteca Virtual em Saúde (1) e (2)